Ao fazer este ponto, não parece haver qualquer alteração pois o ponto não se mostra a não ser que mudamos as suas características (point style) através do comando DDPT (DDPType).
Depois de ter o focus, vamos encontrar o vertex que é o ponto de viragem da parábola. Se tivermos o Object snap ligado (on) com a opção MidPoint seleccionada, facilmente criamos uma circunferência (auxiliar) C (Circle) no MidPoint (ponto do meio) entre o focus e a origem do sistema cartesiano.
Esta circunferência vai-nos servir apenas para fazermos um novo ponto P(Point) no centro do mesmo (no MidPoint anterior). De notar que existem inúmeros processo para chegar a um mesmo resultado.
Aprendemos também que, facilmente, através do comando REGE (Regen), podemos corrigir quaisquer situações com os styles atribuídos aos pontos.
Agora com dois pontos, o Focus e o Vertex, podemos começar a encontrar os restantes pontos da parábola. O procedimento feito na aula foi o seguinte:
Criámos uma linha paralela à X-Line horizontal através do novo comando introduzido O (Offset). Primeiro especificamos a distância a que queremos que a recta paralela esteja da primeira, no nosso caso introduzimos 0.8, e depois seleccionamos o objecto ao qual queremos fazer o paralelismo, isto é, o próprio do offset. Para terminar o comando, clicamos num dos lados do objecto, neste caso, em cima da X-line horizontal.
Depois de criar a recta horizontal, criamos um círculo auxiliar C(circle) de raio 0.8 a partir do focus pois assim vamos garantir que os pontos que encontrarmos vão ter a mesma distância do ponto ao focus do que do ponto à X-Line, garantido assim, uma parábola. Através do P(Point) criamos dois pontos nos locais de intersecção do círculo auxiliar com a recta horizontal também auxiliar.
Para calcular outros dois pontos da nossa parábola, repetimos o processo do O (offset) com 0.8 de distância à 1ª recta auxiliar ou, evidentemente, 1.6 de distância à X-line horizontal inicial, desde que se opte por fazer uma linha imediatamente acima da primeira.

Tendo já pontos suficientemente explícitos para fazer uma parábola, criámos uma circunferência C (Circle) no primeiro ponto da parábola (da esquerda) e desenhamos uma linha através do comando L(line) ou Pl (Polyline) desde o focus a esse primeiro ponto e desde este ponto, perpendicularmente, até à X-line horizontal.
A Sara introduziu-nos também o comando do TR (Trim) que funciona da seguinte maneira: 1º Seleccionar os objectos que vão funcionar, digamos, como "objectos de corte"; 2º Seleccionar os objectos a ser eliminados ou, melhor, cortados (trimmed) pelos anteriores.
Ficamos então com um ângulo aparente ao qual vamos proceder à sua bissectriz. L(line) a partir do ponto da parábolo (e centro do arco) até ao MidPoint do arco da circunferência anterior. Introduzindo um outro comando, o EX (Extend), procedemos à extensão do mesmo da seguinte forma: 1º efectuar o comando EX (Extend); 2º seleccionar um objecto (auxiliar ou não) que delimite o crescimento ou extensão do objecto que quermos aumentar; Enter 3º seleccionar o próprio do objecto a aumentar. Neste caso utilizámos a X-line vertical para o primeiro Extend e um círculo com centro no ponto em questão da parábola, com raio indefinido, para um segundo Extend.
Apagando todos os traços auxiliares, ficamos apenas com a linha, que será tangente à parábola e, ainda, com os ditos pontos da parábola. Através de um outro novo comando, o MI (Mirror), podemos facilmente "espelhar" a nossa linha através de um eixo de simetria. O processo é o seguinte: 1º Efectuar o comando MI (Mirror); 2º seleccionar os objectos a espelhar (a linha anteriormente feita); 3º seleccionar um ponto do eixo de simetria (na x-line vertical, ex:[0,0]); 4º Seleccionar outro ponto do eixo de simetria (na x-line vertical, ex:focus ou vertex).
A parábola 1 contempla o método do CV e os procedimentos são os seguintes: 1º efectuar o comando SPL (SPLine); 2º Escrever M ou seleccionar Method; 3º Escrever C ou seleccionar CV; 4º Indicar o primeiro ponto da parábola (superior esquerdo por ex); 5º Indicar atraction point para onde a parábola se tende a "atrair"; 6º Finalmente, o end point, onde a parábola acaba (inferior esquerdo, por ex). Enter.
Para este processo (do Fit) podemos ainda corrigir quaisquer erros da SPLine através do comando SPLINED (SPLineEdit) > Fit Data > Tangents seguido da selecção das respectivas tangentes, indicando o ponto inicial e endpoint das mesmas.
Ainda que com a correção feita na aula através do SPLineEdit existe sempre uma discrepância entre o método do CV e do Fit, sendo o CV o mais rigoroso dos dois.
Já no final da aula, copiámos a nossa parábola 1, apartir de um eixo vertical (X-line vertical) através do CO (Copy) ou do M (Move).
Fizemos um trim para ficar com metade da parábola. Para isso, escrevemo TR (Trim), selecionamos o objecto a funcionar como objecto de corte (neste casa a X-line vertical), enter, e, por fim, seleccionamos o objecto a ser cortado (parte direita da parábola).
Depois, como não poderíamos usar o eixo vertical da X-line para o REVS (REVSURF) , fizemos outro trim com um círculo (de raio indefinido) qualquer que englobou a meia parábola de modo a obter apenas um segmento da linha vertical anterior.
REVSURF > seleccionamos o objecto para a dita superfície (a parábola) > seleccionamos o eixo de formação da superfície (o segmento vertical) > indicamos o ângulo de partida (0º) > finalmente, o ângulo a incluir (360º).
O objecto é agora uma superfície tridimensional. Para visualizar a simulação 3D, escrever o comando 3D (3DOrbit).
Para sair do wireframe e observar a superfície propriamente dita, escrever o comando SHA (ShadeMode) e seleccionar a opção Shaded.


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