sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Semana 7 Aula 14

Na aula 14 desta semana 7, demos continuidade ao exercício iniciado no fim da aula passada, a parábola. Terminámos a aula 13 com duas X-lines, uma vertical e outra horizontal, e ainda determinámos, através do comando P (Point), o ponto (0,1) que vai ser o nosso focus.

Ao fazer este ponto, não parece haver qualquer alteração pois o ponto não se mostra a não ser que mudamos as suas características (point style) através do comando DDPT (DDPType). 

Depois de ter o focus, vamos encontrar o vertex que é o ponto de viragem da parábola. Se tivermos o Object snap ligado (on) com a opção MidPoint seleccionada, facilmente criamos uma circunferência (auxiliar) C (Circle) no MidPoint (ponto do meio) entre o focus e a origem do sistema cartesiano.


Esta circunferência vai-nos servir apenas para fazermos um novo ponto P(Point) no centro do mesmo (no MidPoint anterior). De notar que existem inúmeros processo para chegar a um mesmo resultado. 

Aprendemos também que, facilmente, através do comando REGE (Regen), podemos corrigir quaisquer situações com os styles atribuídos aos pontos.
Agora com dois pontos, o Focus e o Vertex, podemos começar a encontrar os restantes pontos da parábola. O procedimento feito na aula foi o seguinte:

Criámos uma linha paralela à X-Line horizontal através do novo comando introduzido O (Offset). Primeiro especificamos a distância a que queremos que a recta paralela esteja da primeira, no nosso caso introduzimos 0.8, e depois seleccionamos o objecto ao qual queremos fazer o paralelismo, isto é, o próprio do offset. Para terminar o comando, clicamos num dos lados do objecto, neste caso, em cima da X-line horizontal. 

Depois de criar a recta horizontal, criamos um círculo auxiliar C(circle) de raio 0.8 a partir do focus pois assim vamos garantir que os pontos que encontrarmos vão ter a mesma distância do ponto ao focus do que do ponto à X-Line, garantido assim, uma parábola. Através do P(Point) criamos dois pontos nos locais de intersecção do círculo auxiliar com a recta horizontal também auxiliar.


Para calcular outros dois pontos da nossa parábola, repetimos o processo do O (offset) com 0.8 de distância à 1ª recta auxiliar ou, evidentemente, 1.6 de distância à X-line horizontal inicial, desde que se opte por fazer uma linha imediatamente acima da primeira.



 O processo é novamente repetido de forma a ter 7 pontos da nossa parábola, incluindo o vertex



Tendo já pontos suficientemente explícitos para fazer uma parábola, criámos uma circunferência C (Circle) no primeiro ponto da parábola (da esquerda) e desenhamos uma linha através do comando L(line) ou Pl (Polyline) desde o focus a esse primeiro ponto e desde este ponto, perpendicularmente, até à X-line horizontal.



A Sara introduziu-nos também o comando do TR (Trim) que funciona da seguinte maneira: 1º Seleccionar os objectos que vão funcionar, digamos, como "objectos de corte"; 2º Seleccionar os objectos a ser eliminados ou, melhor, cortados (trimmed) pelos anteriores.






Ficamos então com um ângulo aparente ao qual vamos proceder à sua bissectriz. L(line) a partir do ponto da parábolo (e centro do arco) até ao MidPoint do arco da circunferência anterior. Introduzindo um outro comando, o EX (Extend), procedemos à extensão do mesmo da seguinte forma: 1º efectuar o comando EX (Extend); 2º seleccionar um objecto (auxiliar ou não) que delimite o crescimento ou extensão do objecto que quermos aumentar; Enter 3º seleccionar o próprio do objecto a aumentar. Neste caso utilizámos a X-line vertical para o primeiro Extend e um círculo com centro no ponto em questão da parábola, com raio indefinido, para um segundo Extend.



Apagando todos os traços auxiliares, ficamos apenas com a linha, que será tangente à parábola e, ainda, com os ditos pontos da parábola. Através de um outro novo comando, o MI (Mirror), podemos facilmente "espelhar" a nossa linha através de um eixo de simetria. O processo é o seguinte: 1º Efectuar o comando MI (Mirror); 2º seleccionar os objectos a espelhar (a linha anteriormente feita); 3º seleccionar um ponto do eixo de simetria (na x-line vertical, ex:[0,0]); 4º Seleccionar outro ponto do eixo de simetria (na x-line vertical, ex:focus ou vertex).


Agora, de modo a compreender dois métodos de fazer parábolas, criámos duas layers de cores diferentes, neste caso, o layer da "parábola 1" a azul e o layer da "parábola 2" a verde. O comando para fazer a dita parábola é o SPL (SPLine) mas existem dois métodos diferentes: o CV e o Fit.

A parábola 1 contempla o método do CV e os procedimentos são os seguintes: 1º efectuar o comando SPL (SPLine); 2º Escrever M ou seleccionar Method; 3º Escrever C ou seleccionar CV; 4º Indicar o primeiro ponto da parábola (superior esquerdo por ex); 5º Indicar atraction point para onde a parábola se tende a "atrair"; 6º Finalmente, o end point, onde a parábola acaba (inferior esquerdo, por ex). Enter.



Para este processo (do Fit) podemos ainda corrigir quaisquer erros da SPLine através do comando SPLINED (SPLineEdit) > Fit Data > Tangents seguido da selecção das respectivas tangentes, indicando o ponto inicial e endpoint das mesmas. 


Ainda que com a correção feita na aula através do SPLineEdit existe sempre uma discrepância entre o método do CV e do Fit, sendo o CV o mais rigoroso dos dois.


Já no final da aula, copiámos a nossa parábola 1, apartir de um eixo vertical (X-line vertical) através do CO (Copy) ou do M (Move). 
Fizemos um trim para ficar com metade da parábola. Para isso, escrevemo TR (Trim), selecionamos o objecto a funcionar como objecto de corte (neste casa a X-line vertical), enter, e, por fim, seleccionamos o objecto a ser cortado (parte direita da parábola).



Depois, como não poderíamos usar o eixo vertical da X-line para o REVS (REVSURF) , fizemos outro trim com um círculo (de raio indefinido) qualquer que englobou a meia parábola de modo a obter apenas um segmento da linha vertical anterior. 


REVSURF > seleccionamos o objecto para a dita superfície (a parábola) > seleccionamos o eixo de formação da superfície (o segmento vertical) > indicamos o ângulo de partida (0º) > finalmente, o ângulo a incluir (360º). 


 
O objecto é agora uma superfície tridimensional. Para visualizar a simulação 3D, escrever o comando 3D (3DOrbit).


Para sair do wireframe e observar a superfície propriamente dita, escrever o comando SHA (ShadeMode) e seleccionar a opção Shaded.






quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Semana 7 - Aula 13

(Ainda por descrever)

Semana 6 Aula 12

Nesta Aula 12 da semana 6 deste semestre, continuámos com a aula anterior e terminámos a atribuição das cotas do desenho dos polígonos.

No fim da aula passada já tinha referido as cotas horizontais, verticais e alinhadas e, depois desta aula, queria só acrescentar as cotas referentes aos ângulos e, ainda, aos raios de arcos e circunferências.
Simplificando, os respectivos comandos são:

DIMHOR - horizontal
DIMVER - vertical
DIMALI - alinhada com a dimensão cotada
DIMANG - ângulos
DIMRAD - raios de arcos e circunferências



Introdução às regiões

Então, para cada um dos polígonos, vamos criar uma outra layer denominada de "(nome do polígono) região" com a mesma cor do que a do respectivo polígono.



Para fazermos as regiões, recorremos ao comando BO (BOUNDARY). Aparece um pequeno quadro e nós modificamos para "region" a opção que diz polyline relativamente ao object type. 



(NOTA: todas as camadas dos outros polígonos têm de ser congeladas através das propriedades das layers (LA) à excepção da camada 0  e das duas camadas referentes ao polígono em que estivermos a trabalhar. A camada activa deve ser a da região). Depois seleccionamos "Pick Points" e indicamos um ponto dentro da figura. Enter.


Aparentemente, não há alterações, mas a região já está formada. Simplesmente falta sair do modo Wireframe ao escrever o comando SHA (ShadeMode) e seleccionar a opção Shaded.



O processo repete-se então para as restantes figuras.

O grande finalidade da região é, porém, outra. Depois fazer as regiões todas, procedemos à união, subtracção e intersecção de três pares de polígonos diferentes.
A seguinte figura, ilustra respectivamente os três fenómenos geométricos.

As duas figuras, a união, a subtracção e a intersecção

Para realizar estes fenómenos basta-nos introduzir os comandos INT (Intersect)UNI (Union) e SUB (Subtract) seguido da selecção dos respectivos objectos.

A subtracção, a intersecção e a união


Semana 6 Aula 11

Nesta aula 11 da semana 6, demos continuidade a aula anterior começando por mexera nas configurações da página de impressão.

Os comandos essenciais que aprendemos na aula foi o PS (PaperSpace) que selecciona o Paper Space como suporte de trabalho, o MS (ModelSpace) que selecciona o Model Space como suporte de trabalho (mexendo no conteúdo do desenho através da folha) e ainda o PAG (Page Setup) que nos abre um quadro que permite alterar as configurações sobre esse layout.


Existem várias opções de impressão e a nós seleccionámos uma folha A3 ao baixo em full bleed - completa.
A partir daqui, podemos guardar o ficheiro em PDF.


O passo seguinte foi fazer um rectângulo, através do comando REC (RECTANG)que ,mais tarde, irá ser o nosso viewport. Ajustámos o rectângulo à página e depois criámos uma nova layer através do comando LA (layer) para o viewportPara criar o viewport (visualização do MS), utilizámos o comando MV (MView) e utilizámos o rectângulo  anterior.





Uma das grandes utilidades é também a introdução de uma escala. Através do comando Z (Zoom) podemos facilmente introduzir uma escala. Aprendemos também que se estivermos a trabalhar no MS e mexermos no zoom (com o rato por ex.) a escala do desenho vai mudar e para evitar isso podemos bloquear um determinado viewport através de MV (MView) seguido da opção Lock.

Anotations ou Cotas

Para criar cotas no desenho devemos estar sempre no Paper Space e, como já referi, para isso, basta escrever o comando PS. Assim podemos sempre ver o texto sem ele sofrer alterações enormes consoante a escala que atribuirmos ao desenho, não "sujamos" o nosso model space e evitamos muita confusão!

Para começar, criámos uma nova layer para as cotas do desenho.



De seguida, para criar cotas de desenho escrevemos o comando DIM e depois podemos escrever "hor" ou "ver" consoante quisermos - horizontal ou vertical - ou ainda, "ali" se quisermos que a cota esteja alinhada, isto é, paralela ao segmento em questão.

Numa primeira instância há que configurar o estilo das cotas. Nesta aula, as cotas nem apareciam por aparecerem demasiado grandes para o PS.

Para configurar uitliza-se o comando D (DimStyle) que abre um quadro com os vários estilos existentes.
 

Na aula, criámos uma novo estilo, denominado de "polígonos cotas" e modificámos algumas das configurações base para que o dimensionamento das mesmas fosse adequado.





Semana 5 Aula 10


Na quarta-feira, dia 15 de Outubro, tivemos a nossa Aula 10 da Semana 5.
Nesta aula continuámos e evoluímos no exercício dos polígonos, tendo a 
oportunidade de fazer todas as figuras geométricas, separadas por camadas 
e sua cor no tempo de aula.

Para fazer o triângulo experimentámos as coordenadas polares, indicando o 
comprimento do segmento de recta pretendido e, depois do sinal "<" o ângulo 
a fazer com o eixo dos x. No caso do triângulo, utilizei "1<60".

Depois, através do comando C (circle), criámos um circulo de diâmetro 1 e com 
centro em (0,0). Criámos também um pentágono através do comando POL
(polygon), um rectângulo √2 e um rectângulo de ouro.
Os rectângulos foram criados com o comando PL (Polyline) e foram utilizados 

círculos auxiliares com raio igual à diagonal do quadrado (para o rectângulo √2) 
e igual à diagonal desse rectângulo √2 (para o rectângulo de ouro).



Um dos comandos estritamente necessários para a execução deste exercícios é o 

M (Move).Para mover, primeiro teremos de selecionar os objectos pretendidos 
(e por isso por vezes temos de ir às propriedades das camadas para bloquear os 
objectos que impedirem a deslocação das figuras pretendidas) e só depois indicar 
o "base point" (ou ponto de origem) e o "second point ou (ponto seguinte). 
A movimentação pode-se dar por este método (dos dois pontos) ou apenas por 
"displacmente" arrastando a figura para onde se quiser.

Mais tarde, no exercício todas as figuras foram centradas, tendo em conta o centro 
e posição do quadrado. Para isso utilizámos círculos, para poder mover o pentágono 
e o triângulo, e diagonais para poder mover os dois rectângulos.


Nesta aula, foi-nos introduzido também o LAYOUT. Aqui podemos manipular como 
queremos que o nosso projecto de desenho seja impresso. É aqui que fazemos o 
arranjo do desnho antes de o imprimir.


No layout podemos trabalhar em dois sítios diferentes ou, se preferirmos, de duas 
formas diferentes:

No "Model Space" (MS) ou no "Paper Space" (PS). No MS, estamos dentro da nossa 

àrea de trabalho anterior e, portanto, todas as alterações que fizermos aqui, ficarão 
efectivas na nossa Área de trabalho anterior. No "Paper Space", trabalhamos fora 
do Desenho e podemos acrescentar detalhes como as Cotas ou "Annotations".
Podemos sempre perceber onde estamos a trabalhar através da barra de ferramentas 
inferior (PAPER ou MODEL)

Aprendemos também a mexer no PAG (Page Setup). Aqui, no quadro, é possível 
configurar cada um dos layouts do Desenho, modificando todas as propriedades 
do Paper Space, portanto do Espaço de Impressão.

Semana 5 Aula 9

Na Aula 9 a Sara esclareceu-nos também como existem diferentes modos de identificação de um ponto no nosso "Model Space". Sistemas de coordenadas cartesianas, cilíndricas ou polares. Nesta disciplina, apenas nos vamos guiar pelo sistema de coordenadas cartesianas num campo de duas dimensões (x,y). 

No software existem inúmeras opções que podem facilitar o Desenho, como é o caso da barra inferior de ferramentas, em que vemos várias ferramentas auxiliares do Desenho. 



Desta barra temos como principais:

Grid: mostra ou oculta a grelha do fundo do "Model Space"
Snap Mode: Activa ou desactiva a função do captar exclusivamente os pontos situados nas intersecções da grelha


Grid (on) e Snap Mode (off)

Ortho Mode: activa ou desactiva a direcção exclusivamente ortogonal das linhas
Polar Tracking: activa/desactiva guias direccionais para a criação de entidades

    Ortho Mode (off) e Polar Tracking (on)

Object Snapactiva ou desactiva a aparição de pontos específicos nas figuras criadas para criação ou movimentação de novas figuras, para assim assegurar o seu alinhamento, intersecção,  paralelismo,  entre outros.
Object Snap Tracking: activa ou desactiva guias na criação de novas figuras, utilizando as propriedades associadas às figuras que foram anteriormente criadas.

Object Snap Tracking (on) e Object Snap (on + menu)


Como ilustra a figura, são exemplos desta funcionalidade: os Endpoints e os Midpoints, o Center, Quadrant, a Intersection, o Parallel, o Prependicular, Tangent e o nearest. Muito úteis e importantes na economia de tempo.

Com as ferramentas que até agora aprendemos, fomos agora capazes de começar um exercício, o exercício dos Polígonos, anteriormente abordado no presente blog e agora descrito mais pormenorizadamente. Nesta aula começamos por utilizar o comando LA (layer) e criámos uma camada para cada polígono (quadrado, círculo, rectângulo Raiz de 2, rectângulo de ouro e ainda um pentágono), cada uma com uma cor diferente. Nesta aula apenas criámos um quadrado utilizando o comando L (line) ou o POL (polyline). Para derminar os pontos, introduzia-mos as coordenadas para os diferentes pontos (ex: (0,1) ou (1,1) ) até conseguirmos o dito quadrado.


No fim da aula, a Sara ensinou-nos também a ferramenta do Zoom Extent, p
ara tornar todas as figuras visíveis dentro da Área Visível de Trabalho naquele instante. O comando Z (Zoom) dá a hipótese de várias escolhas, entre elas, o Extent 

Semana 4, Aula 8

AutoCAD

Na aula 8, depois de terminar o exercício: "Como é que eu cresci?", a Sara introduziu-nos muito brevemente os seguintes comando do Software AutoCAD:


LA (Layer)
Depois de escrever o comando, abre-se uma janela das Propriedades das Camadas. Aqui podemos alterar, criar, eliminar, duplicar entre outros camadas do nosso "Model Space".
As principais utilidades desta janela são: criar novas camadas, denominá-las, escondê-las, activá-las atribuir-lhes diferentes cores, "congelá-las", bloqueá-las, agrupá-las e, obviamente, geri-las nos vários Layouts e/ou "Viewports".

L (Line)
O comando L serve para criar uma nova linha. Depois de carregar, o software "pede-nos" para identificar dois pontos distintos para a traçar.

POL (polyline)
O comando POL serve para criar uma "polilinha", muito útil devido à sua rápida e fácil utilização. Podemos fazer linhas continuas, quebradas, em arco ou partes de circunferências.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Alteração das mensagens do presente blog

No sentido de melhorar a leitura e a navegação do presente blogue, decidi alterar o critério de separação entre os "posts" ou mensagens: assim, a partir de agora, irei escrever uma mensagem por aula, passando a descrever mais detalhadamente todos os procedimentos.

De modo a alcançar alguma continuidade na explicação dos vários procedimentos do exercício anterior, irei descrever as diferentes aprendizagens das aulas 9, 10, 11, 12 e a de quarta-feira passada desta semana, a 13.



sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Introdução ao Auto CAD

2º Exercício - Exercício dos Polígonos 

Na semana 5 deste nosso semestre, foram-nos introduzidas as ferramentas básicas do software da AutoDesk - AutoCAD (2015) - através de um exercício prático aqui ilustrado em baixo, por duas fases.

1ª aula

Criámos um novo ficheiro de desenho vectorial, aprendemos a trabalhar com a barra de comandos do software como via de introdução dos vários comandos, assim como "move" (m), "line" (l) e "polyline" (pl) e, ainda, aprendemos existem várias maneiras de situar pontos no espaço bidimensional, entre as quais optámos por utilizar a solução cartesiana. Desde o início que trabalhámos com diferentes "layers" (ou camadas) distinguidas por diferentes cores. Para chegar às diferentes figuras geométricas utilizámos diagonais, arcos de círculo, a ferramenta "polygon" (pol) e um raciocínio geométrico simples.


2ª aula

Na segunda aula, praticámos muito a ferramenta "move" (m) para mover as diferentes figuras geométricas e para, no final, obter todas estas centradas a partir de um único ponto, o centro do 1º quadrado desenhado (a vermelho). Recorremos novamente às mesmas ferramentas e ao uso do círculo para encontrar o centro do polígono e do triângulo por exemplo. Observámos também que para efectuar uma determinada acção existem inúmeras maneiras de o fazer, a nível de barras de ferramentas, teclado e em termos de percurso ou via de pensamento na utilização do software (encadeamento de acções). 


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Como é que eu cresci?

1º Exercício - "Como é que eu cresci"

O nosso primeiro exercício de introdução aos programas de Representação Digital surgiu com o intuito de nos familiarizar com o programa "Adobe Photoshop" - Introdução às ferramentas, utilidades e capacidades básicas. Fez também parte do exercício, a criação de uma nova página,acessível a partir da nossa página inicial, de modo a não perder ou esquecer as competências adquiridas anteriormente sobre o HTML.

Clique para aceder à Página Inicial e para ir directamente à página do 1º Exercício

1ª abordagem 
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2ª abordagem
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